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Home Office - O novo normal para as empresas – Pensando fora da Caixa

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Home Office – O novo normal para as empresas – Pensando fora da Caixa
Ricardo Robles

Ricardo Robles

Head of Peopel & Talent Acquisition | Recruitment Marketing Transformando pessoas em oportunidades


Mais individualista, os jovens adoram um ambiente democrático, lúdico e que valoriza a flexibilidade e autonomia na execução das tarefas. Tudo isso está incluso no pacote do home office e deve ser incorporado na cultura.

Com o home office, o propósito se torna muito mais importante. Porque não há mais ambientes, comportamentos e conjuntos de normas e regras. O que vale aqui é o que a empresa devolve para sociedade em troca dos seus lucros. Eles estão conectados com o propósito pessoal dos funcionários?

O processo de desenvolvimento das empresas deve passar por questões sociais importantes com a pandemia. A contribuição para a sociedade e para o todo deve ser mais eficiente e ética. O ambiente organizacional perde um pouco do seu sentido. A liderança será mais exigida e terá que aprender a liderar remotamente equipes multifuncionais e independentes.

Ao contrário do que se pensa, isso é libertador e coloca a estratégia do RH em outro patamar. A cultura não perde sua importância, mas libera as empresas para administrarem muito mais performance e talento do que conflitos internos.

Isso abre espaço para contratação de profissionais freelas e especialistas que não se importam com as cores das cadeiras ou se poderão ou não levar seus pets para o ambiente de trabalho. Eles se importam com o PORQUÊ DA EMPRESA EXISTIR, qual sua contribuição para o todo e de que forma faz isso.

Esta crise deve fazer as empresas mergulharem filosoficamente em seus negócios e pensarem além das dores de seus clientes. É preciso ter uma visão social sistêmica e propor ideias coletivas. O cliente do cliente também é importante.

Isso eleva o empreendedorismo e faz com que o foco seja muito mais o negócio.

Ao mesmo tempo, as empresas podem se preocupar menos com o clima interno da organização, sem negligenciá-lo, mas focando em aspectos técnicos de contratação de profissionais por projetos, horas e para execução de trabalhos específicos.

Essa atitude das empresas vai contribuir quase que de forma orgânica para o afastamento do preconceito, aumentando a inclusão e geração de renda para profissionais técnicos, independente da cor, idade, sexo ou qualquer outro rótulo. Propósito.

A preocupação de cada profissional será o autoconhecimento, desenvolvimento técnico e diversificação das habilidades.

Quanto antes despertarmos para estudo contínuo e para o pensamento coletivo, mais competitivos nos tornaremos: empresas e profissionais.

Será?

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Ricardo Robles

Autor desde: 12 de June de 2020

Head of Peopel & Talent Acquisition | Recruitment Marketing
Transformando pessoas em oportunidades

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