A quarta revolução industrial: os impactos no trabalho

Temos observado uma transformação profunda no mundo e no mercado de trabalho: a vida das pessoas está mudando, assim como a sua relação com os empregos. Do outro lado, também notamos as modificações nas empresas com seus funcionários, desde o relacionamento até a maneira de recrutar pessoas.

Tudo isso está dentro da chamada quarta revolução industrial, sobre a qual falaremos melhor neste post, além de abordar seus impactos no mercado de trabalho. Acompanhe!

A quarta revolução industrial e a automação de processos

O desenvolvimento de novas técnicas e o domínio de tecnologias sempre trouxe à tona mudanças profundas na sociedade, afetando não apenas os meios de produção, mas promovendo transformações significativas na economia, espaço e modo de vida. A chegada dessas novas tecnologias foi responsável por três grandes revoluções industriais até aqui.

Nos aproximamos agora da quarta revolução industrial, caracterizada pelo rápido acesso à informação e pela capacidade de processá-la e transformá-la em conhecimento. Dentro dessa nova realidade, softwares, computadores e máquinas usam inteligência artificial para a solução de problemas e automação de processos.

A implementação da internet das coisas também é uma característica marcante dessa fase: as máquinas serão capazes de realizar manutenções preditivas, prever comportamentos e obter, por exemplo, dados de performance de um atleta, entre outras aplicações.

Essas mudanças trazidas pela quarta revolução industrial vão trazer economia de tempo e dinheiro na vida comum, mas também abrem espaço para preocupações sobre a escassez de emprego e como será a sobrevivência em um futuro próximo.

No futuro, o poder das redes vai fazer toda diferença. Cadastre sua empresa e conheça o poder do network da nossa rede no recrutamento e seleção de talentos. 

A diferença entre informação e conhecimento

Há uma mudança significativa nos dias atuais sobre o valor da informação e do conhecimento em comparação a um passado recente.

A informação tinha um grande valor para as empresas, que mantinham os seus conceitos e bases guardados a sete chaves. O vazamento desses dados era passível de grandes penalidades e as organizações sabiam que compartilhar essas informações era dar chance à concorrência.

Hoje, o acesso à informação é muito mais democrático. Quando precisamos saber sobre qualquer assunto, basta uma pesquisa rápida no Google.

Essa transformação trouxe uma nova maneira de trabalhar, lidar com as referências e com o compartilhamento das informações entre os mercados e na vida cotidiana.

Em contrapartida, o conhecimento é a grande chave da época em que vivemos. Mas qual a diferença entre os dois conceitos?

O conhecimento é a aplicação das informações. Você pode ter um relatório completo sobre determinado assunto e interpretar esses números e traduzi-los de maneira compreensível para outras pessoas, tirando daí as respostas para algumas questões. Este é o verdadeiro conhecimento.

A questão mais preocupante nesse sentido é que não apenas as fontes de informação foram automatizadas, como o conhecimento também passa pelo mesmo processo. Robôs de inteligência artificial são capazes de interpretar dados, organizá-los e condensá-los da maneira que for mais útil, realizando esse trabalho de maneira mais minuciosa e mais rapidamente do que o ser humano é capaz.

O futuro do mercado de trabalho

Diante dessa nova realidade, a principal transformação que a chamada quarta revolução industrial traz é a extinção de algumas profissões, que serão substituídas pela inteligência artificial.

Funções como motorista, caixa de supermercado, operador de telemarketing tendem a ser eliminadas, já que esse trabalho será automatizado.

Um link interessante para saber sobre o futuro da sua profissão é o https://willrobotstakemyjob.com/, página que mostra a probabilidade de um cargo ser extinto e substituído por máquinas.

Outra mudança importante trazida pela quarta revolução industrial é a busca por emprego. As empresas vão passar a buscar profissionais para realizarem tarefas específicas, diminuindo o vínculo com o trabalhador. As empresas percebem que não há como armazenar conhecimento amplo. Com o dinamismo do mercado foco no negócio será primordial. Diante disto, profissionais técnicos e com atividade específicas, mas que requerem interação com outras pessoas, serão privilegiados. É o caso de profissionais de marketing, recrutamento e seleção, remuneração, tecnologia, ente outros. Aliás, as profissões que correm menos risco de automação são aquelas com maior interação.

Em contrapartida, boa parte das profissões que existirão em um futuro próximo (2030) não foram sequer inventadas. A rapidez das mudanças vai gerar demanda por novos trabalhos e funções que ainda não foram previstas, mas que vão abrir oportunidades para absorver mão de obra, nas quais o pensamento e a intervenção humana serão indispensáveis.

Dentro desse novo contexto, as máquinas passam a assumir uma posição de parceria para o ser humano, ajudando a automatizar tarefas e deixando espaço para o desenvolvimento de outras atividades voltadas ao empreendedorismo e criatividade, permitindo o surgimento de segmentos de mercado totalmente novos.

Então não há motivo para desespero. Busque construir a sua formação profissional, esteja atualizado com as mudanças e, principalmente, procure acompanhar e se adaptar às novidades que surgirem. O segredo para manter-se relevante no mercado de trabalho do futuro e sobreviver à quarta revolução industrial não está na inteligência ou experiência, mas sim na capacidade de adaptação a uma nova realidade.

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